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Os combates romperam uma trégua provisória estabelecida por um memorando de entendimento assinado pelos dois países em junho. O acordo buscava encerrar as hostilidades que eclodiram no final de fevereiro, após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã e contra-ataques de Teerã em toda a região do Golfo.
Guterres pediu a todas as partes que “tomem medidas imediatas para a desescalada e retornem ao caminho do diálogo e da diplomacia”, disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, a jornalistas em Nova York.
“O secretário-geral reitera que um retorno a hostilidades em larga escala cobraria um preço intolerável dos civis e teria consequências catastróficas para a paz e a segurança internacionais e para a economia global”, afirmou.
O chefe da ONU também reiterou seu pedido pela restauração plena dos direitos e liberdades de navegação internacional no Estreito de Ormuz e ao seu redor, um corredor marítimo crucial para as exportações de petróleo e gás natural.
Ele ressaltou que o exercício dos direitos e liberdades de navegação deve ser respeitado por todos os lados, em linha com o direito internacional.











